RIO BRANCO: Carlos Gomes diz que modelo de governo da FPA “transformou dinheiro em indústrias falidas”

O candidato da Rede Sustentabilidade à prefeitura de Rio Branco, Carlos Gomes, fez dura críticas nesta terça-feira, 02, por meio de sua página no Facebook, ao modelo de governo da Frente Popular.

Carlos lembrou que o Acre e sua capital Rio Branco caminham para 20 anos de administração petista sobrevivendo basicamente de repasses federais e com capacidade de produção mínima.

“Acre é um estado totalmente endividado, Rio Branco tem o pior PIB entre as capitais da região norte, sobrevimentos basicamente de repasses do governo federal, a criminalidade tem aumentado assustadoramente, sofremos em 2014 com o desabastecimento em razão da cheia do rio Madeira, agora caminhamos para outra crise a partir da estiagem do Madeira e seus afluentes, o rio Acre sangra com uma estiagem já histórica, tudo isso dentro de um governo “sustentável”. São quase vinte anos de PT no governo do Estado e aproximadamente 16 anos anos de PT na prefeitura de Rio Branco”, diz.

Para o candidato da Rede, “esse modelo transformou dinheiro público em indústrias falidas, obras inacabadas que são inauguradas sempre em período eleitoral, descaso com a saúde pública, principalmente, na atenção básica que é porta de entrada para o serviço de saúde, trata trabalhador da educação a mão de ferro, não negocia com trabalhadores, mas promove farras com dinheiro público a partir de cargos comissionados”.

Ele acrescenta ainda que o atual prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, “concedeu isenção de 8 MILHÕES para os empresários do transporte ”público” da capital e se omitiu diante da onda de demissões de cobradores. Os problemas são infinitos, jovens sem perspectivas dignas de futuro sendo tragados pelo submundo do crime, aliás, se há algo nesse Estado e na capital que é organizado, é o submundo do crime”.

Ainda na postagem, o candidato questiona a incapacidade agrícola do estado, que é resultado de uma política econômica equivocada do poder público. “Há dois anos os aviões da Força Aérea Brasileira tiveram de nos trazer alimentos em razão da incapacidade do governo estadual e municipal de promover e consolidar a agricultural local, apostando nas cadeias produtivas existentes e apontando para outras”, acrescenta.

Fonte://www.ac24horas.com/

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