Mãe cria campanha online para salvar a filha com câncer

Vaquinha online criada é para arrecadar o valor necessário para bancar o tratamento
Reprodução
A pequena Rafaela, que sofre com o câncer de alto risco
Já foi postado por aqui diversos casos em que pessoas com câncer encontraram a cura através da ajuda de terceiros, como por exemplo, através de um tratamento médico inovador ou pela generosidade de um filho.

É claro que nem toda história tem um final feliz, e nem sempre podemos ajudar. Mas e quando as pessoas realmente podem fazer a diferença e mudar a vida de alguém para sempre? É o caso para a jovem Rafaela Bender Lavalle, que com apenas oito anos combate um câncer de alto risco.

O tratamento é custoso, e a cidade em que ela vive com sua mãe Loraine Bender, Curitiba, não tem como oferecer os equipamentos necessários para um tão urgente transplante de medula óssea.

Rafa é portadora de um Neuroblastoma, que é um tumor de alto risco localizado na glândula suprarrenal. E a única intervenção médica possível para salvar a sua vida seria um tratamento realizado apenas nos EUA de um custo muito elevado.

Felizmente, a família descobriu uma clínica em São Paulo que possui as devidas condições médicas para tratar a menina com câncer. Com as operações necessárias mais os remédios importados, o valor total seria algo em torno de R$ 350 mil.

Por não ter como investir tanto, Loraine abriu uma vaquinha online para arrecadar todo o dinheiro. Enquanto o objetivo financeiro não é alcançado, a garota faz sessões de quimioterapia no Hospital Pequeno Príncipe, na capital paranaense.Reprodução
Rafa sorri para foto enquanto abraça a sua boneca

O tratamento

Rafaela precisa realizar um transplante autólogico, que é uma técnica bastante avançada que utiliza as próprias células-tronco do paciente. Para isso, a medula dela precisa estar limpa e livre de quaisquer células cancerígenas.

E para essa limpeza pode ser feita com medicamentos que não tragam risco à saúde da menina, ou que impossibilitem de vez a cirurgia, será preciso importar a droga GD2, que é um anticorpo monoclonal.


Grande parte do valor arrecadado será para a aplicação do GD2 por um período de seis meses. Caso esse tratamento não seja possível, pois o medicamento em questão não foi ainda autorizado no país pela Anvisa - e por isso a necessidade de ir aos EUA, a outra opção é seguir os atuais procedimentos e investir em outros medicamentos importados.

Para todos aqueles que ficaram emocionados a ler relatos de pessoas que fizeram boas ações para salvar pessoas com câncer, esta é uma oportunidade de elas mesmas poderem salvar a vida de Rafa.

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