EDUCAÇÃO: Governo abre inscrições para exame do Revalida


As inscrições para as provas do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições Estrangeiras (Revalida) estão abertas a partir desta terça-feira (8), na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame é obrigatório para quem se formou em Medicina no Exterior, tanto brasileiros quanto estrangeiros, e pretende exercer a profissão no Brasil. 

Segundo o edital, publicado nesta terça-feira (8) do Diário Oficial da União, as inscrições seguem até o dia 21 de setembro. A data provável para a aplicação da primeira etapa da prova é o dia 18 de outubro e a taxa é R$ 100.

Na primeira etapa do exame, o candidato fará duas provas: uma objetiva, composta por questões de múltipla escolha, e a outra com questões discursivas.

Nesta fase, o participante poderá escolher entre as capitais Rio Branco (AC), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) para fazer a prova.

Aprovado na segunda etapa do Revalida, o candidato terá suas habilidades clínicas avaliadas, com base em um conjunto de dez atividades, nas quais executará tarefas específicas. As datas prováveis de aplicação da prova de habilidades clínicas são 28 e 29 de novembro e a taxa é de R$ 300.

Os locais onde poderá ser feita a avaliação da segunda etapa serão divulgados pelo Inep.

O Revalida foi criado para orientar o processo de reconhecimento de diplomas de medicina emitidos por instituições de educação superior estrangeiras. Para atuar como médico no Brasil, o estudante formado no exterior precisa revalidar o diploma. Este ano, 44 instituições de educação superior firmaram parceria com o Revalida.

Inscrições

Para fazer a inscrição, os candidatos à revalidação do diploma devem obter o código de identificação e a senha na página do exame na internet.

O participante deve ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal no Brasil, também deve ter o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e aprovação no exame de Certificação de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), além de diploma médico autenticado por autoridade consular brasileira e expedido por instituição de educação superior estrangeira reconhecida no país de origem.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação, Inep e Agência Brasil

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